SONHO IMPOSSÍVEL (Simone)
Sonhar
Mais um sonho impossível
Lutar
Quando é fácil ceder
Vencer
O inimigo invencível
Negar
Quando a regra é vender
Sofrer
A tortura implacável
Romper
A incabível prisão
Voar
Num limite improvável
Tocar
O inacessível chão
É minha lei, é minha questão
Virar esse mundo
Cravar esse chão
Não me importa saber
Se é terrível demais
Quantas guerras terei que vencer
Por um pouco de paz
E amanhã, se esse chão que eu beijei
For meu leito e perdão
Vou saber que valeu delirar
E morrer de paixão
E assim, seja lá como for
Vai ter fim a infinita aflição
E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão
domingo, 5 de julho de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
TPM
Sintomas da TPM
- depressão, sentimento de desesperança, pensamentos auto-depreciativos;
- ansiedade, tensão, nervosismo, excitação;
- fraqueza afetiva, tristeza repentina, choro fácil, sentimento de rejeição;
- raiva ou irritabilidade persistente, aumento dos conflitos interpessoais;
- diminuição do interesse pelas atividades habituais;
- sensação de dificuldade de concentração;
- cansaço, fadiga fácil, falta de energia;
- acentuada alteração do apetite;
- distúrbios do sono;
- sensação de estar fora do próprio controle;
- inchaço e/ou sensibilidade mamária aumentada;
- dor de cabeça;
- dores musculares;
- ganho de peso ou sensação de inchaço;TPM
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Reflexão: Simplicidade complicada
A simplicidade do ser
Transmite-se em pequenas gotas
Que chamamos de lágrimas,
Surgindo da alma
Sopram os nossos medos
Aos olhares que nos rodeiam.
Esqueçamos a simplicidade
De algo que não queremos compreender,
A dor que nos consome as vontades
O vicio de tentar nunca perder.
Mas a vida é feita de simples gestos
Que tornamos complicados
É feita de um sorriso,
Que tornamos almadiçoado.
Quando choramos então
Complicamos o coração
Que não entende as emoções
Que não vê as nossas ilusões,
Quando caímos nas escuridão,
Tudo se torna então simples.
O vazio.
A solidão.
Nós, e o eterno chão.
(Autor desconhecido)
Transmite-se em pequenas gotas
Que chamamos de lágrimas,
Surgindo da alma
Sopram os nossos medos
Aos olhares que nos rodeiam.
Esqueçamos a simplicidade
De algo que não queremos compreender,
A dor que nos consome as vontades
O vicio de tentar nunca perder.
Mas a vida é feita de simples gestos
Que tornamos complicados
É feita de um sorriso,
Que tornamos almadiçoado.
Quando choramos então
Complicamos o coração
Que não entende as emoções
Que não vê as nossas ilusões,
Quando caímos nas escuridão,
Tudo se torna então simples.
O vazio.
A solidão.
Nós, e o eterno chão.
(Autor desconhecido)
Borboletas (Victor e Léo)
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Sempre voltam
E o seu jardim sou eu
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