Esse é o meu gatinho lindo que eu amo tanto!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
Reflexão: Simplicidade complicada
A simplicidade do ser
Transmite-se em pequenas gotas
Que chamamos de lágrimas,
Surgindo da alma
Sopram os nossos medos
Aos olhares que nos rodeiam.
Esqueçamos a simplicidade
De algo que não queremos compreender,
A dor que nos consome as vontades
O vicio de tentar nunca perder.
Mas a vida é feita de simples gestos
Que tornamos complicados
É feita de um sorriso,
Que tornamos almadiçoado.
Quando choramos então
Complicamos o coração
Que não entende as emoções
Que não vê as nossas ilusões,
Quando caímos nas escuridão,
Tudo se torna então simples.
O vazio.
A solidão.
Nós, e o eterno chão.
(Autor desconhecido)
Transmite-se em pequenas gotas
Que chamamos de lágrimas,
Surgindo da alma
Sopram os nossos medos
Aos olhares que nos rodeiam.
Esqueçamos a simplicidade
De algo que não queremos compreender,
A dor que nos consome as vontades
O vicio de tentar nunca perder.
Mas a vida é feita de simples gestos
Que tornamos complicados
É feita de um sorriso,
Que tornamos almadiçoado.
Quando choramos então
Complicamos o coração
Que não entende as emoções
Que não vê as nossas ilusões,
Quando caímos nas escuridão,
Tudo se torna então simples.
O vazio.
A solidão.
Nós, e o eterno chão.
(Autor desconhecido)
Borboletas (Victor e Léo)
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Percebo que o tempo já não passa
Você diz que não tem graça amar assim
Foi tudo tão bonito, mas voou pro infinito
Parecido com borboletas de um jardim
Agora você volta
E balança o que eu sentia por outro alguém
Dividido entre dois mundos,
Sei que estou amando, mas ainda não sei quem
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas, nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
[refrão]
Não sei dizer o que mudou
Mas nada está igual
Numa noite estranha a gente se estranha e fica mal
Você tenta provar que tudo em nós morreu
Borboletas sempre voltam
E o seu jardim sou eu
Sempre voltam
E o seu jardim sou eu
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